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PONTE,

A  CAMINHO  DO

  TERCEIRO  MILÊNIO

  “Quando se planeja por um ano,

deve-se semear milho;

quando se planeja por uma década,

deve-se plantar árvores;

mas, quando se planeja para a vida,

deve-se educar homens.”

KNAN-Tzé (séc. III a. C.)

O Projeto Político Pedagógico Ponte, A CAMINHO DO terceiro milênio surgiu a partir da necessidade de realizar um trabalho que “mexesse” com os alunos atingindo seus familiares a comunidade onde vivem. Os profissionais da Escola Municipal 10.19.045 Ponte dos Jesuítas, observaram que os alunos participam pouco das aulas, são acomodados, passivos e com falta de interesse em aprender, pois poucos possuem a perspectiva de melhorar suas condições de vida.

 

O tema aponta a ESCOLA como um espaço social e a PONTE DE LIGAÇÃO para dar condições ao aluno de aprender a aprender, a fim de que ele saiba buscar e analisar informações, resolver situações problemas, interagir com o meio em que vive, trabalhar coletivamente, tendo desenvolvido através de experiências vivenciadas no dia-a-dia valores como a solidariedade, fraternidade, autonomia, honestidade e respeito. Proporcionando ao aprendizado um sentido real de vida a ser praticado imediatamente.

                                                                             “Ai  de nós,

educadores,

se deixarmos de sonhar

sonhos possíveis.”

 

Paulo Freire

 

 

 

Escola Municipal 10.19.045 Ponte dos Jesuítas

 

Projeto Político Pedagógico

 

PONTE,  A  CAMINHO  DO  TERCEIRO  MILÊNIO

 

I - INTRODUÇÃO

 

A globalização, nos seus variados contextos chama-nos atenção e causa preocupação sob o ponto de vista sócio-econômico, político, cultural e consequentemente educativo, tanto no Brasil como na América Latina, contribuindo de certa forma para a descaracterização cultural nas regiões.

 

As tecnologias tanto podem ser consideradas conquistas positivas para a humanidade como também negativas. Tudo vai depender da forma como essas conquistas tecnológicas sejam inseridas no contexto da sociedade, sem causar transtorno ao próprio ser humano, como por exemplo gerando mais violência.

 

Outro aspecto da realidade global é a própria violência existente nas mais diversas sociedades e o incentivo a quebra de padrões morais veiculados pela grande mídia. Aliada a estes aspectos, estão a falta de harmonia/equilíbrio entre globalização e humanização, a falta de valores morais, espirituais, éticos, falta de segurança, sistema de saúde precário, alimentação empobrecida, educação voltada para as minorias, desemprego, pouco investimento na formação de professores, condições mínimas de sobrevivência, alto índice de violência, liberdade sem responsabilidade dada pelos pais aos filhos, falta de cumprimento dos direitos do cidadão, agressividade dos pais. Tais aspectos afetam a sociedade, prejudicando a humanização e desestruturação da própria família.

 

A humanidade terá sucesso se for uma sociedade justa, solidária, igualitária (de renda), e que respeite as diferenças individuais.

 

Temos que trabalhar com o aluno, não apenas a transmissão de conhecimentos, mas valores fundamentais, como: honestidade, justiça, lealdade, solidariedade, companheirismo, sinceridade, amizade e ajudá-lo a crescer como pessoa humana e como agente transformador da realidade do mundo atual.

 

O modelo de sociedade que deve servir de base para a formação dessa pessoa humana é família bem estruturada, com uma religião, honestidade e responsabilidade nos atos que são praticados e justiça social com melhor distribuição de rendas.

 

O ideal que temos para nossa escola é que ela seja crítica, de qualidade, participativa e transformadora, que ajude na formação de um cidadão justo, consciente, conhecedor dos limites e que tenha respeito; que haja um bom entrosamento entre os professores, alunos, responsáveis e comunidade. Que a nossa escola seja um ambiente acolhedor e prazeroso para todos os que fizerem parte dela, que seja democrática e de qualidade, que leve o aluno a ser autônomo, participativo, solidário, enfim, agente de transformação, ativo na sociedade. Desejamos uma escola que forme cidadãos íntegros e capazes de se integrar em qualquer situação com consciência e capacidade de distinguir o certo e o errado.

 

Uma educação voltada para a realidade deve estar de acordo com as necessidades da sua clientela e com a evolução do tempo. Significa ouvir mais a opinião dos alunos, pais e responsáveis. A educação não poderá ser apenas reprodutora de conhecimentos. Ela deve propor aprender a aprender, tornar o senso crítico apurado, duvidar do óbvio. A dúvida e a construção deverão ser o método.

 

II - JUSTIFICATIVA

 

Em linhas gerais, o que temos testemunhado ao longo dos anos de Rede Municipal de ensino e que reflete a situação geral (nacional e mundial) de crise de valores e de sobrevivência é o seguinte:

 

·       Um certo progresso (ou, pelo menos, “progressismo”) teórico por parte de alguns “mentores”  e uma parcela dos docentes, mas que, no dia-a-dia não encontra o espaço e o recurso suficientes para ser materializado.

·       Não é só questão de recursos materiais que, aliás, também está pesando significativamente (a subsistência - alunos e professores - está na base da infra-estrutura de qualquer atividade humana inevitavelmente).

·       É também a compreensão das prioridades da vida em si, que não são, claro objetivo de consenso em parte alguma, mas que, em última análise, não são nunca realmente analisadas, porque não só não se tem tempo para aprofundar a questão, como se tem o vício, até não de todo consciente, de se partir já de fatos consumados e do senso comum, como se o que já está estabelecido fosse ideal ou imutável.

·           Uma educação real, transformadora, crítica, construtiva, saudável voltada para a felicidade (individual e coletiva) exigiria um repensar e refazer contínuos, abertura por parte de todos, tranqüilidade para se dedicar a isso, tranqüilidade para se colocar, e mudar, e voltar atrás, ouvir, reconstruir. Para que fosse possível eliminar a distância entre o estudar e o viver.

 

Não temos dúvidas de que a Escola Ponte dos Jesuítas está realizando um trabalho importante com os alunos para que se tornem, pessoas humanas, solidárias e que podem transformar a realidade do mundo atual: injusta e egoísta. Os professores que aqui trabalham são excelentes neste aspecto. Podemos afirmar isso, porque conhecemos bem os profissionais e seu lado humano. Consideramos o marco doutrinal a parte mais importante a ser realizado numa escola, pois é um ensinamento que vale por uma vida, e não apenas por um bimestre. Acreditamos que nossos professores têm um enorme potencial para realizar este trabalho. Existe um certo receio dos professores em trabalhar certos temas, pois querem cumprir o programa de conteúdos. mas o professor não deve pensar deste modo e sim, realizar este valoroso trabalho. Podemos afirmar então, que nossa escola não chegou à perfeição ou a forma ideal por vários motivos.

 

·           O primeiro deles é a pouca participação dos alunos e responsáveis nas atividades da escola;

·           O segundo é a falta de professores regentes lotados na Unidade Escolar(P I e P II) causado pela rotatividade destes profissionais na Zona Oeste. Iniciamos o ano letivo sem os profissionais necessários para a realização do trabalho que idealizamos;

·           O terceiro é a falta de atividades extra-classe, muitas vezes impedidas de serem realizada por falta de recursos financeiros, visto que a comunidade atendida pela escola é de baixa renda;

·         A falta de interesse do aluno em aprender, em participar da construção do conhecimento, muitas vezes ocasionada pela pouca perspectiva de vida e conseqüente acomodação a situação em que se encontra.

 

Partindo do pressuposto que desejamos uma sociedade justa e solidária com cidadãos conscientes e participativos precisamos ter uma escola que pratique consciência e solidariedade em bases reais.

 

·         Como tomar consciência de algo, se não se exige patamares mínimos de conhecimento ?

·         Como tomar conhecimento de desigualdades na distribuição de riquezas, se não se sabe dividir números ?

·         Como tomar consciência da participação solidária se, a não participação é premiada ?

·         Como tomar consciência da justiça, se tudo é permitido ?

Quando a escola (professores, direção, funcionários e comunidade) opta por uma prática, é preciso exigir de todos os envolvido o respeito a essa prática.

 

A escola deve (e pode) assumir a sua impossibilidade, a sua incapacidade de resolver problemas que estão fora da escola, sem perder a esperança de resolver os que surgem dentro da escola.

 

 

III - ELEMENTOS ENVOLVIDOS

 

Estarão envolvidos na realização deste projeto todos os segmentos da comunidade escolar, em torno de:

535   alunos

16     professores regentes

05     funcionários de apoio

01     inspetor de alunos

02     professores da Equipe de direção

01     coordenador pedagógico

         e os responsáveis pelos alunos

 

 

 

IV - DURAÇÃO

 

Em se tratando de formar cidadãos críticos, atuantes, transformadores, temos a consciência de que não ocorrerá num piscar de olhos. Construímos este projeto no ano de 1999,  para ser executado num prazo de três anos subseqüentes (2000, 2001 e 2002), sofrendo as devidas alterações, a partir das necessidades observadas e avaliações periódicas.

 

 

V - APOIO E PARCERIAS

 

·         Instituições oficiais e privadas

·         SME/CRE

·         Posto de Saúde Dr. Aloísio Amâncio da Silva

·         Posto de Saúde Lincon Freitas

·         Conselho Tutelar

·         Unidades Escolares da rede

·         Corpo de Bombeiros

·         Polícias civil e militar

·         Comlurb

·         Hospitais

·         Guarda Municipal

 

 

VI - RECURSOS

 

·         HUMANOS - profissionais de diversas áreas pertencentes a Instituições oficiais e privadas que estarão contribuindo e enriquecendo o projeto.

 

·         MATERIAIS - TV, vídeo, filmes, jornais, revistas, entrevistas, relatórios, retroprojetor, microscópio.

VII - OBJETIVOS 

 

1.      MAIOR PARTICIPAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS NA VIDA DA ESCOLA

 

·         OBJETIVO: Conscientizar os pais de que devem ser co-participantes no processo educacional.

 

·         POLÍTICA: Que a responsabilidade e participação dos pais tornem os alunos também participantes e interessados .

 

·         ESTRATÉGIAS: Organizar reuniões agradáveis para os responsáveis com exposição de trabalhos dos alunos, lanche, convite e lembrancinhas feitas pela criança.

Criar, através do CEC, o Clube de Pais, com atividades que proporcione maior envolvimento dos mesmos em todas as realizações da escola. A partir da eleição da direção do Clube de Pais, com definição dos dias, horários e local a ser utilizado, organizar grupos através de inscrições para participarem das atividades oferecidas (oficinas, palestras, troca de livros e revistas, etc).

 

2.      MAIOR INTERESSE DO ALUNO EM APRENDER

 

·         OBJETIVO: Fazer com que o aluno tome consciência de que se ele quiser aprender, já facilita o processo.

 

·         POLÍTICA: Que a tomada de consciência do aluno é 70% do caminho a ser percorrido.

 

·         ESTRATÉGIAS: Elevar a auto-estima através da valorização de tudo o que o aluno faz.

 Oferecer aos alunos outras atividades a partir do interesse, com a finalidade de despertar seu interesse em aprender, melhorando seu desempenho escolar. Através do Grêmio Estudantil, oferecer oficinas diversas (artesanato, pão, dança, teatro, etc) e formação de equipes esportivas para participação de competições internas e externas.

 

OBS.: Para participar destas atividades o aluno terá que preencher alguns pré-requisitos básicos como: participação positiva nas aulas, freqüência, pontualidade, respeito ao próximo - registrados em uma ficha e avaliados pelos alunos e professores.

 

 

3.      MAIOR QUANTIDADES DE ATIVIDADES EXTRA-CLASSE

 

·         OBJETIVO: Levar o aluno a descobrir que a aprendizagem não é só na sala de aula, mas em diferentes espaços, através de experimentos e observações realizadas em atividades extra-classe (museus, parques ecológicos, planetário, zoológico, pontos turísticos e outros).

 

·         POLÍTICA: Que as atividades extra-classe desenvolvidas/planejadas contribuam para o enriquecimento e a aprendizagem do aluno, ampliando sua visão de mundo

 

·         ESTRATÉGIAS: Promover atividades extra-classe, com transportes cedidos por instituições.

 

OBS.: Como a comunidade é de baixa renda, solicitar ,através de ofício, transporte gratuito nas empresas; se possível, fazer o deslocamento nos coletivos de linha (quando o percurso for pequeno); promover vendas diversas e rifas para arrecadar verba para pagar o transporte alugado.

 

4.      FALTA DE PROFESSORES

 

·         OBJETIVO: Conscientizar a comunidade escolar para a necessidade de se mobilizar e apontar, através de documentos, às autoridades competentes a falta de professores essenciais para a realização de um trabalho comprometido e qualificado, descrevendo a realidade da região.

 

·         POLÍTICA: Que esta mobilização traga soluções concretas para que o projeto político pedagógico se estabeleça.

 

·         ESTRATÉGIAS: Convocar os pais, alunos, funcionários e professores para reunião, avaliando as necessidades da escola; elaborar uma carta coletiva relatando todas as necessidades levantadas; e enviar à Secretaria de Educação para tomada de consciência e imediata solução e para a Imprensa denunciando as questões levantadas e destacando que os alunos têm as mesmas condições e chances que os alunos de outras localidades, pois é direito de todos.

 

OBS.: Há necessidade de professores regentes de: Sala de Leitura, Ed. Musical, Artes Cênicas, Ed. Artística, Téc. Agrícolas, Téc. Comerciais, Ed. para o lar, Informática. Lembrando que a alguns dos nossos professores de 2º segmento, das disciplinas básicas, não são lotados em nossa Unidade Escolar (Português, Ciências).

 

5.      RECICLAGEM DOS PROFESSORES

 

·         OBJETIVO: Atualizar o grupo de professores de modo que possa repensar sua prática pedagógica.

 

·         POLÍTICA: Que a busca do envolvimento coletivo na aquisição de conhecimentos seja de todos.

 

·         ESTRATÉGIAS: Organizando grupos de estudos buscando parcerias externas para melhor embasamento teórico.

 

 

VIII - CRONOGRAMA DOS SUBPROJETOS

 

 

1º BIMESTRE  þ  TEMA: EU, CONTADOR DE MIM ... (identidade)

 

Objetivo geral:

·           Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito.

           

Objetivos específicos:

·           desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetivas, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;

·           conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva.

 

Temas transversais:

·           reconhecer e ter respeito pela diferença entre as pessoas

·           adotar no dia-a-dia atitudes de solidariedade e cooperação

·           valorizar e empregar o diálogo como forma de esclarecer conflitos e tomar decisões coletivas

·           construir uma imagem positiva de si, o respeito próprio traduzido pela confiança em sua capacidade de escolher e realizar seu próprio projeto de vida.

 

 

2º BIMESTRE  þ  TEMA: PONTE, QUEM É VOCÊ ? (cidadania)

 

Objetivo geral:

·           Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural da nossa comunidade, bem como os aspectos socioculturais.

           

Objetivo específico:

·           perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente.

 

 

3º BIMESTRE  þ  TEMA: DESCOBRINDO/BUSCANDO NOVOS CAMINHOS (cidadania)

 

Objetivo geral:

·           Utilizar as diferentes linguagens - verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação.

           

Objetivo específico:

·           saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos.

 

 

4º BIMESTRE  þ  TEMA: DEPENDE DE NÓS ...(transformação)

 

Objetivo geral:

·           Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País.

           

Objetivo específico:

·           questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação.

 

 

 

IX - CULMINÂNCIA

Ao final de cada bimestre, apresentaremos os trabalhos realizados pelos alunos referentes aos temas trabalhados, através de dramatizações, danças, murais, resultados de pesquisas e de coletas de dados, produções de textos escritos, enfim, de formas variadas para que haja o enriquecimento de todos os envolvidos.

 

 

X – AVALIAÇÃO DO PROJETO

 

Ao final de cada trimestre, avaliar as mudanças ocorridas a partir dos objetivos propostos, os seguintes itens:

·         interesse e participação dos alunos;

·         participação e envolvimento da comunidade nas atividades da escola;

·         participação dos professores;

·         integração dos segmentos;

·         envolvimento de todos os segmentos nas decisões da escola (CEC);

·         limpeza da escola;

·         cuidado e uso dos recursos e equipamentos da escola;

·         relações interpessoais;

·         manutenção do patrimônio público;

·         adequação e envolvimento dos professores nos projetos realizados.

 

Nos Centros de Estudos, reuniremos as observações feitas e faremos as devidas adaptações às próximas atividades proposta.

 

 

XI - PARTICIPANTES DA CONSTRUÇÃO DESTE PROJETO:

 


Aline Antunes de Pinho

Ana Lúcia de Medeiros Durão

Célia Regina Lourenço Sobral

Cláudia Maria Rodrigues da Costa

Conceição Maria Antonio Pimenta

Emília da Silva Evangelista

Eva Ferreira da Silva

Francisca Barbosa Gaspar

Georgina Pereira Alves

Gilsa Maria Dias de Azevedo

Grace Pires Valim

Ismael Antonio Evangelista

Jetro Ferreira Damasceno

Joseci da Silva de Rezende

Lúcia Helena Andrade de Resende

Luciara Dantas da Conceição

Luciene de Medeiros Araújo

Luciene Noronha dos Santos

Marcia Silva do Nascimento

Maria Aparecida de Lorena Cohen

Maria Cláudia Nóbrega Ferro

Maria da Graça de Mello

Mariana Chaves Sanches

Marília Soares da Silva

Maurício Silveira de Moraes

Neuzi Pardal da Silva

Patrícia Enne Medina

Rosa de Fatima Martins Afonso de Paiva

Rosa Eloísa Figueira Costallat

Rosecler Quirino Moreira

Sérgio Ferreira de Lima

Sílvia da Silva Gonçalves Costa

Sinvaldo do Nascimento Souza

Vanessa Olmo de Mendonça P. da Rocha

Vicente de Paula de Souto

Wellington Antonio da Silva


 


 



 


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